quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Bossa Cocô

Freiamento aXícarado
Adianto picolé
Olé, odé, axé
Tomando narrrguilé

Chutamento enluarado
Chulé de canção
Chacrete mansão
honerosa mensão da Pelé

Chiclé do capim
Melancia da aipim
Meteoro de água
Bebe por mim

Caneta mirim
Sacada careca
Dinheiro boneca
Carro cozido

CotoBelo lambido
Rim de feijão
Cabo de botão
Merdão violão

terça-feira, 29 de abril de 2008

As 7 maravilhas do mundo ou as 7 melhores campanhas?


Aproximadamente 100 milhões de pessoas de todo o mundo votaram em 2007, em pesquisa online e por telefone (http://www.new7wonders.com), para escolher as novas sete maravilhas do mundo, em uma das maiores pesquisas mundiais já realizadas. Mas uma questão nos faz refletir se essas novas maravilhas eleitas pelo site, podem ser consideradas as novas maravilhas do mundo moderno: 7 maravilhas do mundo ou as 7 melhores campanhas?

Podemos levar em conta alguns fatores:
Tudo relacionado ao cristianismo vende e atrai público.
A "batalha" de monumentos naturais Vs "Mão do homem".
Aspectos culturais, étnicos e, ou simbólicos.
Eleger uma maravilha que não traga retorno financeiro.

Não podemos desprezar o fato de que o orgulho nacional é um forte elemento para a popularidade do concurso.
Políticos aproveitaram a oportunidade para promover seus monumentos nacionais com a esperança de melhorar a imagem de seus países e incentivar o turismo. Abaixo os vencedores:
Apesar de não trazer consigo vestígios da cultura genuinamente brasileira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a abraçar a estátua do Cristo Redentor (idealizada e construída por um artista francês), depois de usar seu programa semanal no rádio para passar instruções de como votar no monumento.
O governo do Peru incentivou a população a votar pelas ruínas da cidade inca de Machu Picchu e forneceu terminais de computador gratuitos. No México, latas de Coca-Cola trazem propagandas pedindo o voto pelas ruínas maias de Chichen Itza.
Estudantes em algumas escolas e universidades da China fazem campanha pela Grande Muralha. E na Jordânia, a família real faz lobby pela cidade de Petra, no deserto.
Além dos acima citados estão o Taj Mahal, na Índia, o Coliseu de Roma, a Torre Eiffel de Paris.

Bingo!
Venceram as melhores campanhas, os lugares mais "pops", lugares onde o turismo vende.
Enterram-se cada vez mais os livros de história, as misteriosas estátuas da Ilha de Páscoa (distânte, não atrai turismo), a Aurora boreal, na região polar do planeta, o Monte Everest, na divisa entre Nepal e China, o Eurotúnel, a Ponte Golden Gate, Kremlin e Praça Vermelha (Moscou, Rússia), Stonehenge (Amesbury, Reino Unido), a Acrópole de Atenas (450 – 330 a.C., Atenas, Grécia), e milhares de outras Maravilhas, que vão lentamente, sendo soterradas pela indústria do entretenimento.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Domingo após o Pôr-do-Sol

Eram por volta de 18 horas do domingo passado (22) e as pessoas, em sua grande maioria representadas por camisetas de bandas, começavam a chegar nas redondezas do "Ox", nova casa de shows em Porto Alegre.

Comandando a festa, a ainda jovem Produtora de eventos "Supersônica", que trouxe ao palco do Ox as bandas Wonkavision e Poliester.

Desfilando seus diversos clássicos, os “Wonkas” abrem a noite com muita energia, colocando o público pra cantar e dançar os seus Hits. O quarteto formado por Will (voz e guitarra), Manu (voz e moog), Guzz (baixo) e Kiko (bateria) também apresentou canções inéditas que farão parte do seu próximo CD e, que tiveram uma ótima aceitação pelos fãs da banda presentes ao show.

Pós Punk? Power Pop? Sei lá... subia ao palco a banda Poliester. Na proa, o vocalista Porshe cuidadosamente apresentava cada música, não poupando em explicações sobre as tais (assim o show ficou muito mais nítido para aqueles que ainda não conheciam a banda) e sem economizar em energia de palco, na popa o baterista L. Benites fazia com que aqueles que ficaram no local após o show da Wonka, não desgrudassem os olhos do palco.

Além da apresentação das duas bandas, a discotecagem ficou por conta de Tito (Tito e os fantásticos) e Priscila (vum-vum), passeando pelo “Mar Indie” que liga a “baía Strokes” à “ilha Hellacopters”.

Finalizou-se assim a noite quente de domingo, que possibilitou a todos aqueles que não podem comparecer aos shows de bandas durante a semana, devido a trabalho e estudos, uma ótima opção logo após o entardecer.

Palmas para a Supersônica.


Referências virtuais: Wonkavision; Poliester; Tatu - fotos.


À 100 metros do Campo Minado

No último dia 18, estrelou no palco do Teatro São Pedro, o show de nº 100 da turnê do CD e DVD Acústico Rock Alemão Ronaldo e, provando a todos que a conexão entre Alemão Ronaldo e a Bandaliera está temporariamente fora do ar, senão encerrada.

Despistando as previsões dos mais pessimistas, o público lotou as dependências do Teatro, em plena quarta-feira à noite e cantou em coro os grandes hits do astro, que em determinado ponto do show exclamou “Até que para uma quarta-feira o coral está super afinado”.

Diversas participações especiais abrilhantaram a noite. Everton Cunha (Mr. Pi) encarregou-se de animar o público (ainda um pouco tímido) logo no início do show com “Viva a Nossa Vontade”, grande clássico da Bandaliera. Duca Leindecker (Cidadão Quem) subiu ao palco para interpretar “Pinhal”, outro hit do Rock Gaúcho. Rafael Malenotti (Acústicos e Valvulados) encarregou-se da canção “Se ela”, de autoria do seu parceiro de banda Paulo James e, por fim Jonathan Corrêa (Reação em Cadeia) encerrou o ciclo de participações especiais do show cantando “Me Leva pra casa”.

Além das músicas que integram o seu álbum Acústico Rock, Alemão também interpretou canções como “Se você ficasse um pouco mais”, do disco “Bye Flowers” da Bandaliera e Bailarina, do disco de estréia da banda Vera Loca “Meu toca discos se matou”.

Feito uma criança num parque de diversões, Alemão Ronaldo contava histórias nos intervalos das músicas, regia o coral de vozes ao repetir refrões no final delas, interagia com os integrantes da banda e contemplava esse momento único, a consolidação de sua carreira solo.

Alemão conseguiu o que parecia impossível: unir novos fãs – que até então perambulavam órfãos do Rock’n’roll, em meio a tantas novas tendências musicais – aos grandes admiradores da velha “dinastia rock” regida por Fuguetti Luz e sua turma.

Para fechar a noite em grande estilo, na hora do “bis”, o público foi unânime ao exigir a música “Campo Minado”, trazendo ao palco todos os convidados especiais, destacando a presença de Duca Leindecker no violão, que no passado também foi integrante da Bandaliera.

Com sua incansável energia, alegria e carisma, Alemão Ronaldo passeia em cena e nos faz pensar que no mundo ainda é possível não ter inimigos.

Por Igor Giovani de Souza Almeida



segunda-feira, 23 de abril de 2007

Você Sabe Ler?

Para quem sabe ler, não precisa pingar o I nem cortar o T
Veajm como é intreessnate nsoso céerbro:

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e utmlia lrteas etejasm no lgaur crteo.

O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea.

Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.

Show de bloa!

Enetdeu???

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Coisas que não vão mudar a sua Vida – Parte I

Você sabia que o verdadeiro nome do vocalista Bono Vox (U2) é Paul David Hewson? Então por que Bono? Reza a lenda que o tal apelido veio de uma marca Irlandesa de aparelhos auditivos, que se chamava Bona Vox, em Latin “Boa Voz”. Anteriormente ao apelido Bono Vox, nos tempos de escola, Sir Paul David também poderia ser chamado de Steinvic von Huyseman, Houseman, Bon Murray e Bono Vox of O'Connell Street).

Por falar em Bono e suas curiosidades, cabe citar que antes de U2 a banda se chamava Feedback, depois mudaram para The Hype antes de fixaram o nome.

Além de Bono, outro integrante da banda que atende por apelido é The Edge, cujo nome verdadeiro é David Howell Evans.

sexta-feira, 30 de março de 2007

É a Capital

Vou eu, costurando a massa, “zig-zagueando” em meio a borbulhante multidão do centro de Porto Alegre. Pegando o panfleto, desviando das pessoas que descem a Borges de Medeiros em direção ao Mercado Público, cais do porto ou qualquer ruela com marquises pichadas, cuidando para não tropeçar nos pedintes e conferindo alguns itens no “Shop-Chão”, que estreitam ainda mais a Rua dos Andradas... sigo em fila com outros milhares na direção do Pôr do Sol, que reluz refletido nos altos prédios do seio da Capital.

Salve o verde e o cheiro do Ipê roxo, perfuma o centro, ó minha amiga figueira. É incenso, lavanda, é jasmim, é assim mesmo que se colore a Vida. É de cabeça erguida que se enxerga o horizonte. Lá vou eu, navegando, surfando... eu sou o Sol. Pensando, piloto a mente, e sei que quem mente pra própria mente, nem mesmo se entende no Coração. Mente quieta e espinha ereta, sou grão de areia na multidão, borbulho a goma de cor e massa, vejo em quem passa por mim a pressa, por isso corro, veloz na mente... é a Capital.